Manzan 10 anos: poesia têxtil nas “Flores da Amazônia”
- Danielle Moreira

- 30 de out. de 2025
- 2 min de leitura
Com o Resort Verão 26, a Manzan transforma a natureza amazônica em poesia têxtil para celebrar uma década de moda autoral.

Foto: Divulgação
A natureza serviu de musa para o novo capítulo da Manzan. Em comemoração aos seus dez anos, a marca mineira apresentou a coleção Resort Verão 26, intitulada “Flores da Amazônia”, um mergulho na delicadeza, na força e na exuberância do Brasil, traduzidas em tecidos, bordados e texturas que parecem nascer da própria terra.

Foto: Divulgação
O desfile abriu em um tom quase etéreo, com sedas leves e esvoaçantes que dançavam em babados, evocando o movimento das águas amazônicas. A paleta de off-white, vanilla e bege trouxe serenidade e foco absoluto à matéria-prima: cada textura, cada bordado, cada transparência contou uma história de toque e tempo.
Logo, o olhar foi capturado pela complexidade artesanal que define a essência da Manzan. Em vestidos construídos a partir de patchworks de rendas, até 17 tipos de materiais se entrelaçam, criando composições únicas, como se a própria floresta costurasse suas folhas e flores.
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A segunda parte do desfile elevou a sofisticação com o contraste de elementos naturais e urbanos: redes de pescadores ganham nova vida ao lado de pérolas, madrepérolas e conchas naturais, enquanto o jeans encontra a renda em um diálogo contemporâneo que revela a força jovem da marca.
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Entre os tecidos, surgem seda pura, gazar, zibeline e tramas que lembram as redes de pesca, compondo uma paisagem tátil e visual. O toque se transforma em linguagem; a textura, em emoção.
Mais do que uma coleção, “Flores da Amazônia” é uma ode à feminilidade e à arte de criar com as mãos. Um tributo ao que floresce quando tradição, natureza e imaginação se entrelaçam, e à jornada de uma marca que, há dez anos, faz da moda um gesto de poesia.







































